segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Alice de Tim Burton

3 comentários:

O Profeta disse...

Um formoso menino estava mesmo alí
Tocou de leve o lado esquerdo do meu peito
Olhou-me com um luminoso sorriso
Deixou-me sem fala, sem jeito

Deixou-me no apagar de uma vela
Olhei novamente o mar
A calmaria voltou como por encanto
Mil criaturas inundaram-me o olhar

Golfinhos felizes assobiaram
A cria de uma baleia acenou-me
Uma andorinha do mar poisou no parapeito da janela
Uma maravilhosa e antiga história sussurou-me

As estrelas brilharam no celeste
A Lua estendeu seu manto de fino lusr nesta cena
Adormeci na imensidão deste mundo
No embalo de...Uma Noite Serena...


Uma noite serena

Um bom final de ano e luminoso 2010

Um terno beijo

Leonor Lourenço disse...

Tantas vezes ensaiei um poema como forma de agradecimento, mas confrontando com o que escreve, volta a recolher-me e apenas lhe deixar o meu obrigada pois cada vez que me visita, cresce em mim um novo acreditar na poesia, na vida, no novo ano que inicia

Beijo com carinho :)
Leonor

José Alberto Vasco disse...

Tem piada, dado que ainda ontem, no meu comentário de fim de ano para o programa Tokanimar, da Rádio Nazaré, falei da minha escolha sobre os acontecimentos culturais do ano no campo da arte musical e terminei sublinhando que a minha grande esperança cultural do ano para 2010 é precisamente esta Alice de um dos meus realizadores de eleição: Tim Burton! Sem espinhas...