sábado, 7 de Novembro de 2009

Reflectindo


Cada vez aponto menos o dedo aos outros, faço por evitar essa atitude, pois de facto, todos temos telhados de vidro e pasmo quando vejo pessoas a tecerem críticas e considerações, questionando "como pôde fazer ou ser isto e aquilo" com um facilitismo atroz, quando por vezes já também o foram ou fizeram...

Hoje deu-me para este pensamento por ter lido um texto de alguém questionar a atitude de alguém, cheio de sobranceria e julgamento fácil, sabendo eu de antemão que já passou pelo mesmo, fez exactamente o mesmo. Pasmo ! Não há dúvida que por vezes é preferível o silêncio e não armar em "especiais de corrida".

Altivez de quem não sabe lidar com a sua fragilidade humana? Porque "minha gente", (como dizem os brasileiros) somos realmente frágeis e não tão diferentes uns dos outros como julgamos.

Carácter é uma coisa, falsete e hipocrisia é outra

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Lições de imagem para a estrelinha














Desta vez, foram lições de estética e de imagem que recebi.
Depois de muitos mimos e elogios diz-me um menino cheio de diplomacia- "Sabes tu és muito gira, mas porque não tens mais laços na estrela? Assim ficas um bocadinho feia. Ficavas mais gira... Ficou o registo.
Foi no Pinóquio e gostei muito de estar no jardim onde como educadora passei belos e fortes momentos...saudade. Fica aqui uma foto de registo

O 3 invertido em Sintra

Ainda? -perguntarão. Sim! Apenas porque escrevi na altura da polémica em torno da Maitê, que acreditava que o 3 invertido deveria ter a ver com a maçonaria e decidi que descobriria um pouco mais, a seu tempo.
Pois vou postar este texto que embora simples e sucinto ajuda a compreender um pouco mais sobre a questão de que falamos. Fica a ressalva de que este texto não é de minha autoria, nem de quem mo fez chegar por mail.

"Aqui vai a explicação do nº ao contrário em Sintra.
Se alguém aqui tem que se envergonhar, não somos nós...

Em Portugal, costuma dizer-se que a ignorância é a mãe do atrevimento.

Os eventuais amigos da dita, ou os que desfrutaram dos seus favores, façam lá chegar à (...) (Maitê) a ver se ela percebe que é muito mais estúpida que os seus (dela), antepassados lusitanos.
Mais estúpida e mais refinada... ou, como diria o Bocage, tão fina, tão fina, que até espeta

Sintra foi terra de Templários, Maçonaria, Priorados e Orgias. Ao que parece, o facto de o nº. se encontrar ao contrário era um sinal para pessoas de fora identificarem o local do culto secreto.

Já que está a ter tanta visibilidade (o vídeo da “profissional” Maitê Proença), seria bom lembrar que aquela porta pertence ao antigo Hotel Victor frequentado por Eças, Camilos, Ramalhos e outros grandes intelectuais do Séc.XIX e que, como é sabido, surge inclusivamente, retratado nos Maias. É também de recordar que quem o mandou construir foi o Victor Sasseti, dono do Hotel Bragança, em Lisboa, maçon e grande amigo de António Carvalho Monteiro e do Luigi Manini, que lhe fez o projecto do Cottage Sasseti, na encosta dos Mouros, agora propriedade da Câmara. Claro que o Sasseti pôs o número ao contrário de propósito!
Nesta «vilazinha» tudo tem certo espírito secreto. Pena a senhorita não arranjar ninguém que lhe explique a simbologia do três… em todos os seus aspectos…

O três invertido, tal como o triângulo invertido, representa o princípio masculino. O número três, como o cinco ou o sete, tem importantes conotações maçónicas (por exemplo, os três símbolos da Maçonaria são o Esquadro, Nível e o Fio de Prumo). Três são também as Graças, como se pode ver no painel da Regaleira. Já para não falar da triplicidade do tempo (passado, presente e o futuro) e de outras coisas que davam pano para mangas"

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Regresso- que bom!

Depois de férias, regresso à minha vertente de contadora de histórias. Claro que todos os dias ou quase, conto uma para os meus meninos, mas falo noutros contextos.

Amanhã, logo depois de terminar o meu trabalho no jardim, pego na minha mala azul, oferecida por um amigo, decorada por mim, onde tenho a minha Estrela, o meu fato azul, o meu livro e as estrelinhas que ofereço aos meninos e que coloco onde quiserem, na testa, na mão...

Estou ansiosa por voltar a ver aqueles olhinhos muito abertos e fixos na história, proporcionar-lhes momentos de magia e emoção. É tão, tão gratificante...!
Não vos deixo fotos da mala e acessórios porque já estão no carro à espera de voltarem a ter vida... e com tanta coisa a tratar não posso falhar com as crianças ávidas de momentos de paz e alegria.

Quando estou com elas sinto que tenho comigo uma varinha de condão que desejo saber usar com sabedoria e sensibilidade.

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

O Sonho e a MAgia

domingo, 1 de Novembro de 2009

Jornadas do MEM- Movimento da Escola Moderna

Fui às Jornadas Pedagógicas na ESEL /CS e gostei imenso de ouvir um dos oradores, Américo Peças, fantástio como pedagogo e como ser humano, para além de ter conhecido uma colega com quem comunico há já algum tempo através do net.
Com tempo , tenciono postar sobre esta jornada. De momento é-me impossível. Ontem jornada e hoje sem quase levantar o rabo da cadeira e os dedos do computador.

Que injecção de música

Mas hoje estou mais virada para a música. Trabalhei este fim de semana que nem uma doida, vou ouvindo música ao mesmo tempo, aliás, ainda estou a trabalhar à volta do meu projecto de turma. Agora mais uma criança inscrita e lá vou ter de ver mais uma série de dados e avaliação diagnóstica... já me apetecia uns dias mais de educadora e menos de planificadora...

A propósito foi o máximo quando vim de Vigo os abraços fortes que recebi da miudagem. Tão bom! tão bom....