segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Pelas mãos de minha mãe, numa ação de voluntariado em Angola, chega o livro de minha autoria. Fico muito feliz por saber que de tão longe, pode estar uma criança a folhear o "meu" livro.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Aleascript


Qualquer professora bibliotecária, tem  o dever de estar informada sobre o mundo da literatura e dos novos livros que vão "saindo". O que for possível, pois são tão diversas as suas tarefas... Mais se coloca esta atualização quando diz respeito a escritores da nossa terra. Fui à Livraria Arquivo ao lançamento do último livro de Rui Matos- Aleascript. Fica o registo e o conselho de que o comprem. É um livro invulgar e mais não digo. Apenas que  gostei muito de o ler. A apresentação esteve a cargo de Luís Filipe Barbeiro, diretor da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, amigo de longa data e quem apresentou também o meu livro no mesmo espaço. Aconselho a sua leitura. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Poesia Felicidade Fernando Pessoa.wmv

CONVENÇÃO CONTRA A TORTURA

CONVENÇÃO CONTRA A TORTURA E OUTRAS PENAS OU TRATAMENTOS CRUÉIS, DESUMANOS OU DEGRADANTES - Protocolo adicional

Decreto do Presidente da República n.º 167/2012, de 13 de Dezembro 
Presidência da República
Ratifica o Protocolo Facultativo à Convenção contra a Tortura e Outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes, adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, em 18 de dezembro de 2002

Resolução da Assembleia da República n.º 143/2012, de 13 de Dezembro
Assembleia da República
Aprova o Protocolo Facultativo à Convenção contra a Tortura e Outras Penas ou Tratamentos Cruéis, Desumanos ou Degradantes, adotado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque, em 18 de dezembro de 2002.

Palavras gastas...

Quando agora digo: meu amor, 
já se não passa absolutamente nada. 
E no entanto, antes das palavras gastas, 
tenho a certeza 

que todas as coisas estremeciam 
só de murmurar o teu nome 
no silêncio do meu coração. 

Não temos já nada para dar. 
Dentro de ti 
não há nada que me peça água. 
O passado é inútil como um trapo. 
E já te disse: as palavras estão gastas.

Eugénio de Andrade 
Amo-te como um Planeta em Rotação Difusa

Amo-te como um planeta em rotação difusa
E quero parar como o servo colado ao chão.
Frágil cerâmica de poros soprados no teu hálito
Vasilha que ergues em tua mão de oleiro
Cálice que não pudeste afastar de ti.

Daniel Faria, in Dos Líquidos