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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Protesto
Martin Niëmoller:
"Eles começaram perseguindo os comunistas,
e eu não protestei, porque não era comunista.
Depois, vieram buscar os judeus,
e eu não protestei, porque não era judeu.
Depois ainda, vieram buscar os sindicalistas,
e eu não protestei, porque não era sindicalista.
Aí, vieram buscar os homossexuais,
e eu não protestei, porque não era homossexual.
Aí então, vieram buscar os ciganos,
e eu não protestei, porque não era cigano.
E depois, vieram buscar os imigrantes,
e eu não protestei, porque não era imigrante.
Depois, vieram me buscar.
E já não havia ninguém para protestar"
"Eles começaram perseguindo os comunistas,
e eu não protestei, porque não era comunista.
Depois, vieram buscar os judeus,
e eu não protestei, porque não era judeu.
Depois ainda, vieram buscar os sindicalistas,
e eu não protestei, porque não era sindicalista.
Aí, vieram buscar os homossexuais,
e eu não protestei, porque não era homossexual.
Aí então, vieram buscar os ciganos,
e eu não protestei, porque não era cigano.
E depois, vieram buscar os imigrantes,
e eu não protestei, porque não era imigrante.
Depois, vieram me buscar.
E já não havia ninguém para protestar"
Pequena história de reflexão
Um rato, espreitando pelo buraco na parede, viu o fazendeiro e a mulher a abrir um embrulho.
Pensou logo que tipo de comida podia ali estar.
Ao descobrir que afinal era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da quinta advertindo todos:
- Há uma ratoeira em casa, uma ratoeira em casa!!
A galinha respondeu:
- Desculpe-me Sr. Rato, isso pode ser um grande problema para si, mas não me prejudica em nada, não me incomoda!
O rato foi até ao porco e repetiu:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações
O rato dirigiu-se à vaca. E ela respondeu:
- O que?
Uma ratoeira?
Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para enfrentar a ratoeira...
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira a apanhar a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha apanhado.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou a mulher imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Para alimentar alguém com febre, nas quintas, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou no cutelo e foi buscar o ingrediente principal, (matou a galinha).
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos foram visitá-la...
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer.
Chegou muita gente para o funeral.
O fazendeiro sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Da próxima vez que ouvir alguém dizer que está diante com um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira em casa, toda quinta corre o risco.
O problema de um é certamente um problema de todos!
Pensou logo que tipo de comida podia ali estar.
Ao descobrir que afinal era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da quinta advertindo todos:
- Há uma ratoeira em casa, uma ratoeira em casa!!
A galinha respondeu:
- Desculpe-me Sr. Rato, isso pode ser um grande problema para si, mas não me prejudica em nada, não me incomoda!
O rato foi até ao porco e repetiu:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar.
Fique tranquilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações
O rato dirigiu-se à vaca. E ela respondeu:
- O que?
Uma ratoeira?
Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para enfrentar a ratoeira...
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira a apanhar a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que tinha apanhado.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha prendido a cauda de uma cobra venenosa.
E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou a mulher imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Para alimentar alguém com febre, nas quintas, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou no cutelo e foi buscar o ingrediente principal, (matou a galinha).
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos foram visitá-la...
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer.
Chegou muita gente para o funeral.
O fazendeiro sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Moral da História:
Da próxima vez que ouvir alguém dizer que está diante com um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira em casa, toda quinta corre o risco.
O problema de um é certamente um problema de todos!
domingo, 27 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
HERÓIS
Como todos os anos, esta é uma época de emoções à flor da pele. Penso na minha família querida, nos meus amigos. presentes e os que embora presentes me foi impedido de os ver, tocar, abraçar... mas que continuam bem na memória, e que continuo a sentir cada vez que me dou tempo para sentir o meu íntimo.
Lembro-me dos que amei e me amaram também. Neste dia não me dou tempo para mágoas, fecho-as na caixinha de Pandora bem à chave...
Não deixo de pensar também no mundo em geral e agradeço à vida, embora não entenda a sua justiça, aquilo que ela me tem dado e proporcionado e estou super consciente que de um momento para o outro os dados se podem inverter em muitos sentidos. Não vejo nada como definitivo, seguro, meu!
Penso no que gostaria que se realizasse, e relembro como os planos, são apenas aquilo que são - meros planos. A vida se encarrega da sua dose de imprevisibilidade, de aleatoriedade, de "troca-voltas"...
E depois de há uns anos para cá, trago sempre comigo nos Natais as famílias que perderam seus filhos e pior, não sabem se de facto os perderam ou continuam errantes, esses pais "mortos - vivos". Lembro-me em especial do Rui Pedro, menino raptado e de seus familiares. Parte de meu coração vai nesta época para a sua sofredora e incansável mãe.
O menino teria (terá?) agora 22 anos, os anos de meu filho e isso modificou uma certa forma de eu ver a vida e minha ideia do que é um referência de vida, um ídolo.
Pus de lado ídolos históricos, literários, embora os admire, mas, quem de facto, luta contra as adversidades da vida, sente o sofrimento diário, a perda de um filho algures pelo mundo, a tristeza de não ter comida para dar a um filho faminto, esse sim é o meu herói, a minha heroína.
Tudo isto porque é Natal e a emoção vem sempre mais ao de cima...
Lembro-me dos que amei e me amaram também. Neste dia não me dou tempo para mágoas, fecho-as na caixinha de Pandora bem à chave...
Não deixo de pensar também no mundo em geral e agradeço à vida, embora não entenda a sua justiça, aquilo que ela me tem dado e proporcionado e estou super consciente que de um momento para o outro os dados se podem inverter em muitos sentidos. Não vejo nada como definitivo, seguro, meu!
Penso no que gostaria que se realizasse, e relembro como os planos, são apenas aquilo que são - meros planos. A vida se encarrega da sua dose de imprevisibilidade, de aleatoriedade, de "troca-voltas"...
E depois de há uns anos para cá, trago sempre comigo nos Natais as famílias que perderam seus filhos e pior, não sabem se de facto os perderam ou continuam errantes, esses pais "mortos - vivos". Lembro-me em especial do Rui Pedro, menino raptado e de seus familiares. Parte de meu coração vai nesta época para a sua sofredora e incansável mãe.
O menino teria (terá?) agora 22 anos, os anos de meu filho e isso modificou uma certa forma de eu ver a vida e minha ideia do que é um referência de vida, um ídolo.
Pus de lado ídolos históricos, literários, embora os admire, mas, quem de facto, luta contra as adversidades da vida, sente o sofrimento diário, a perda de um filho algures pelo mundo, a tristeza de não ter comida para dar a um filho faminto, esse sim é o meu herói, a minha heroína.
Tudo isto porque é Natal e a emoção vem sempre mais ao de cima...
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
Sabedoria/conhecimento
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Lado lunar da vida.
"Sobre el suicidio", texto de Antonin Artaud, sobre pinturas de la serie Cuaderno Negro, de Eduardo Alvarado. Recitante: Guillermo Lema. Música: Fur Alina, de Arvo Pärt.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Especial para um amigo do Brasil que sabe quem é!
«Sucesso é a habilidade de ir de um fracasso a outro, sem perda de entusiasmo». Winston Churchill
O Pássaro da Alma
Vou frequentemente ao blogue "O Fascínio das Palavras" por o considerar muito interessante e lá redescobri referência a um dos meus livros preferidos, mas agora em slides. Confessei o meu "pecado", mas estou certa que a Cristina entenderá.
Diz Shimon Peres (Prémio Nobel da Paz e Ex- Primeiro Ministro de Israel) sobre este livro:
"O livro O Pássaro da Alma toca toda a gente, de todas as idades, o que explica o seu tremendo sucesso no mundo inteiro"
Esta obra foi galardoada com o Primeiro Prémio Internacional atribuído pela Fundação Espaço Crianças em Genebra no ano de 1993. Aprecie. É uma bela prenda de Natal para quem se quer bem...
Diz Shimon Peres (Prémio Nobel da Paz e Ex- Primeiro Ministro de Israel) sobre este livro:
"O livro O Pássaro da Alma toca toda a gente, de todas as idades, o que explica o seu tremendo sucesso no mundo inteiro"
Esta obra foi galardoada com o Primeiro Prémio Internacional atribuído pela Fundação Espaço Crianças em Genebra no ano de 1993. Aprecie. É uma bela prenda de Natal para quem se quer bem...
Passaro Alma Final
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Espelhos
Já coloquei este vídeo em tempos, mas continuo a recordar-me dele e achar que é importante voltar a postar
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