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sexta-feira, 12 de março de 2010

Internem-me como prevenção


Imaginando-me eu a ser agredida e insultada por alunos de forma continuada e também eu sofreria de "fragilidade psicológia". Parece-me óbvio! Ou será que padeceria de "superioridade e bem-estar psicológico"?

Fica então o meu aviso, internem-me por antecipação! Sou uma possível "frágil psicológica" nesse contexto! Cuidado!

"O director regional de Educação de Lisboa espera que o inquérito instaurado numa escola de Fitares esclareça o caso de um professor que se suicidou e que era alegadamente gozado pelos alunos, mas sublinhou que o docente tinha uma “fragilidade psicológica” há muito tempo".

De facto, não estou na posse de todos os dados, mas atendendo ao que tenho visto de laxismo e leveza no tratamento e resolução destes casos, algo me faz supôr que não é descabido este meu "desabafo"

quarta-feira, 10 de março de 2010

Mais uma!


Se não houvesse uma cultura de encobrimento nas escolas, seriam divulgados muitos outros casos semelhante a este:
Um rapaz de 12 anos agrediu violentamente um professor, na sala de aula e em frente aos colegas, atirando-lhe com uma mochila na cara e batendo-lhe com uma cadeira nas pernas. O caso aconteceu segunda-feira numa turma do 6.º ano da Escola D. Pedro II, na Moita. O professor sentiu-se mal, correu para a casa de banho a vomitar e teve de ser assistido no Hospital do Barreiro. A escola já abriu um processo disciplinar ao aluno, que ontem foi à escola. O professor também surgiu na escola de muletas, mas não deu aulas. Fonte: DN de 10/3/2010
É esta cultura de desresponsabilização individual, apadrinhada até à exaustão pelos governos socialistas, que está a destruir o nosso país: privatização dos benefícios e socialização dos prejuízos.O vândalo que fez uma coisa destas devia ter sido impedido de regressar à escola. Mas quem vai ter de mudar de escola não é o agressor. É o professor. Que ainda por cima transportará a "mancha" de não saber lidar com os alunos.

Do blog Frofblog

domingo, 7 de março de 2010

Imagine


Find more videos like this on School Library InfoTech Programs: Tapestry of Effective Practice

Que adulto estamos a criar?

Quando um aluno entra na escola às 8h e sai às 20h, tem pai/mãe em média 3h por dia. Que geração estamos a criar?

Contra a escola-armazém
Daniel Sampaio

Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.
Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.
A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.

Amanhã
















Amanhã, pelas 11 horas, vou conversar com os meus meninos- Como se sentem na escolinha, como podemos ser todos amigos, da necessidade de não permitir que nos façam mal, da importância dos outros e irei pedir que unamos as mãos num compromisso de nos ajudarmos.
Vou falar no minuto de silêncio que várias pessoas fazem para pensarem na Paz e na importância de sermos amigos e também faremos esse minuto de silêncio.
Tão simples e difícil ao mesmo tempo, mas aqui fica o meu compromisso.
Acima de tudo, quero escutá-los! Sensibilizá-los...

Reflectindo

sábado, 6 de março de 2010

Mail a ver e rever muitas vezes

Já postei este vídeo antes, mas parece-me pertinente neste momento de tristeza que toca a todos os que sentem a mágoa e dor pela morte de Leandro sabendo que pelo mundo existem tantos, mas tantos Leandros. Alguns mais silenciosos e quedos com medo de represálias e de intensificar a violência dos perseguidores caso saibam da sua "denúncia"... Dramático!
E a frase de Donne a martelar em mim: “A morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”.


Para reflectir e agir - Quem educa, está de luto!



Os meus alunos têm 3, 4 e 5 anos. Na segunda-feira, dado a sua idade não irei abordar este assunto da forma como ele ocorreu, mas irei conversar sobre a necessidade de serem amigos e colaborarem uns com os outros, se auxiliarem bem como sobre os benefícios da PAz. Mas também sobre a necessidade de se irem defendendo e não permitir que lhes façam mal. Como? Isso no dia-a-dia, vamos trabalhando e cada vez com mais atenção e cuidado.
Vou sim, também fazer com eles um minuto de silêncio. Uns ficarão desconcertados, outros talvez sorrirão para o colega, mas estou certa que um ou outro não esquecerá este momento. Não pode ter sido em vão uma morte macabra e triste como esta.

MInha alma chora por ti Leandro

Quem educa, quem é pai, mãe, professor, educador... está de luto

Carta Aberta de 5 ONG de defesa dos direitos humanos sobre a morte do Leandro, 12 anos, vítima de bullying na escola
Ao Ministério da Educação, à Direcção Regional de Educação do Norte e ao Conselho Directivo da Escola E.B. 2,3 Luciano Cordeiro
A Amnistia Internacional – Portugal, a AMI – Assistência Médica Internacional, a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, a Margens – Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante e a OIKOS – Cooperação e Desenvolvimento, juntam-se para:

Publicamente manifestar:
- A sua sentida solidariedade com a família e amigos do Leandro, criança de 12 anos, que optou por pôr termo à sua vida devido ao espancamento repetido por dois colegas mais velhos da Escola E.B. 2,3 Luciano Cordeiro. - A sua indignação perante os factos que estão na origem de tão grave acontecimento e que, segundo familiares, já tinham tido lugar repetidas vezes, uma das quais originando internamento hospitalar do Leandro.

Publicamente instar:
- Os destinatários da presente carta a apurarem todas as responsabilidades por acção e por omissão na morte deste jovem e concomitantemente envolverem as autoridades policiais e judiciais.
Portugal, Estado parte da Declaração dos Direitos da Criança e da Convenção dos Direitos da Criança está comprometido a respeitar e garantir os Direitos das Crianças. Prescreve, designadamente, o n.º 3 do artigo 2.º da Convenção sobre os Direitos da Criança que “Os Estados Partes garantem que o funcionamento de instituições, serviços e estabelecimentos que têm crianças a seu cargo, assegurem que a sua protecção seja conforme às normas fixadas pelas autoridades competentes, nomeadamente nos domínios da segurança e da saúde, relativamente ao número e qualificação do seu pessoal, bem como quanto à existência de uma adequada fiscalização.”
Estamos perante um caso que, à luz do ordenamento jurídico nacional e internacional, tem que ser objecto de investigação objectiva e célere. A inacção e passividade dos responsáveis constituem uma grave violação de Direitos Humanos, em especial dos Direitos das Crianças.
As Organizações subscritoras, exigem o cumprimento das normas que protegem as crianças.
Para que tanto seja possível, reforçamos a importância da Educação para os Direitos Humanos na Escola, quer para os alunos, quer para os professores e restante comunidade escolar.
Convidamos todas as escolas do país a, na segunda-feira dia 8 às 11h00 da manhã a fazerem um minuto de silêncio em homenagem ao Leandro. Seja essa a ocasião para recordar a todos a gravidade deste tipo de situações. Acabar com elas é a melhor homenagem que se pode prestar ao Leandro e à sua família.
“Todas as grandes personagens começaram por ser crianças, mas poucas se recordam disso.”
Antoine de Saint-Exupéry
As organizações subscritoras:
Amnistia Internacional – Portugal
AMI – Assistência Médica Internacional
APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima
Margens – Associação para a Intervenção em Exclusão Social e Comportamento Desviante
OIKOS – Cooperação e Desenvolvimento
Retirado do Profblog

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

«A escola deveria ensinar os alunos a amar a literatura»

Entrevista com Tzvetan Todorov



















«Quando nós professores não sabemos muito bem como fazer para despertar o interesse dos alunos pela literatura, recorremos a um método mecânico, que consiste em resumir o que foi elaborado por críticos e teóricos. É mais fácil fazer isso do que exigir a leitura dos livros, que possibilitaria uma compreensão própria das obras. Eu deploro essa atitude de ensinar teoria em vez de ir diretamente aos romances, por que penso que para amar a literatura - e acredito que a escola deveria ensinar os alunos a amar a literatura - o professor deve mostrar aos alunos a que ponto os livros podem ser esclarecedores para eles próprios, ajudando-os a compreender o mundo em que vivem.»
Retirado de Ler

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Saber um pouco mais sobre o MEM

















No próximo sábado, vou estar na Escola Superior de Educação e Ciências Socias na minha cidade, Leiria na jornada pedagógica sobre o MOvimento da Escola Moderna.

Como é importante sabermos cada vez mais em Educação e conhecer as várias metodologias, lá irei, apesar do meu projecto de sala ainda estar um pouco atrasado e depois ter muito que trabalhar... Ossos de ofício...
E ainda há quem pense que os professores saem cedo do "emprego" e pouco trabalham... mas adiante!

Este modelo assenta essencialmente num sistema de organização cooperada do trabalho
de aprendizagem para a formação democrática

Uma educadora que estagna é uma triste educadora. Então, toca a vir também... Pode consultar o programa aqui

MAS EM QUE MUNDO VIVEMOS?!?!?!?

51 milhões de noivas infantis no planeta Terra!!

Andamos todos distraídos?

"Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes"(...)o mundo desconhece uma das histórias mais nojentas de abuso infantil, torturas e sodomização do mundo vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical." (EM "De olho na Mídia")




VEja mais aqui

domingo, 25 de outubro de 2009

Ainda Coménius

Houve momentos para tudo. Para trabalhar e falar na nossa escola, para planear o trabalho, para troca de saberes, mas também para a craiação da laços.

Portugal, Espanha, Itália,Turquia, Polónia, Bulgária e Inglaterra de mãos dadas pela Educação em torno do Projecto "To eat!...with spoon and fork"

Todas as fotos forma autorizadas pelos que constam nelas, excepto, claro está as que constam da foto da escola tradicional.















Expondo o trabalho aos colegas. Sobre Leiria, o agrupamento, as escolas.















Imagens do filme documentário apresentado no "Museo Pedagóxico de Galicia"













Uma colega da Turquia

O grupo de trabalho no jantar agora relaxando

domingo, 18 de outubro de 2009

I Said so

Queixam-se as crianças, mas convenhamos que nós, as mães somos por vezes um tanto ou quanto...insistentes, exageradas....chatas, ficará mal dizer?


sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Engano meu...

Pensava que fosse nova inscrição pois ao longo do ano acabam sempre por aparecer novas inscrições, mas não... veio apenas visitar-nos.
Quem ? Já vos revelo...
Este ano tivemos na nossa sala um passarinho que entrou perdido pela sala adentro.
Pedi às crianças que não fizessem barulho para o não assustar. O pobrezinho estava atordoado por não perceber a existência do vidro tendo ido embater Contra este. Abri-lhe a janela para voar, mas ainda não se sentia seguro e recomposto e foi aí que calmamente o apanhei.
Acariciei-o e incitei as crianças ao mesmo, mas com cuidadinho e suavidade. Depois abri as mãos para ele poder voar. Falámos sobre liberdade e as crianças apesar de já amarem aquele passarinho perceberam a sua necessidade. Abri a mão, mas não quis logo ir, como se estivesse apreciar a forma como foi bem recebido por todos. Até que de repente... Tal como a Canção " O meu coração ateu", bateu asas e...VOOU! Gritamos despedindo-nos "Adeus passarinho, voa muito".
Pois bem , ontem tivemos novo visitante. Reunimos todos à s volta a ver para onde queria saltar. Apresento-vos. Parece uma rã, mas confesso que não sei distinguir bem rã de sapo.
Sapo é mais acastanhado e rã esverdeada? Bem, vou investigar. Comprometi-me com as crianças a ir à descoberta, até porque as educadoras não sabem tudo e também precisam de ir aos livros descobrir. Fiquem com estas imagens. Coloco estas fotos pois as crianças não se reconhecem, tal como já referi e expliquei anteriormente
Saboreiem!



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Viver o Outono - Vamos também participar










Todos os anos falamos do Outono. Há que criar novas actividades senão é um desânimo para a Educadora, Auxiliar e para as crianças que frequentam o jardim há um, dois anos...
Este ano, lembrei-me de fazer este trabalho com as crianças e família.

Passos:

1º- A crianças trazem para a sala folhas que apanham com a família e no recreio do jardim.
2º- Na sala observamos semelhanças e diferenças (cor, formato, cheiro, tamanho, etc)
3º- Tentamos descobrir a proveniência de algumas folhas, mas não descobrimos todas...
4º- Fazemos um painel com todas e numeramos (iniciação à matemática, educação estética, linguagem...)
5º Expomos o trabalho na entrada da sala e pedimos à família que ajude na descoberta.
Ao lado existe uma folha onde estão anotados os números e onde a família das crianças deverá registar as descobertas da árvore, arbusto, planta a que pertencem as folhas (Relação escola-família)
6º- O painel regressa à sala e ficamos todos a saber mais sobre as folhas (Ampliação de conhecimentos)

Eis o painel que fizemos. Gostaram? Nós sim, dvertímo-nos muito e a família dos meninos também. Foi divertido este trabalho colaborativo
Va agora vocês... quem descobre? Cliquem na imagem para ver ampliada e não se esqueçam de postar...

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ser Professor

Poema de Jô Soares.


O material escolar mais barato que existe na praça é o professor!
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um pobre coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta ao colégio, é um "Adesivo".
Precisa faltar, é um "turista".
Conversa com os outros professores, está "malhando" nos alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó do aluno.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama a atenção, é um grosso.
Não chama a atenção, não se sabe impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as hipóteses do aluno.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada..
Fala correctamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é retido, é perseguição.
O aluno é aprovado, deitou "água-benta".
É! O professor está sempre errado, mas, se conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O prazo está a terminar ... Workshop - Interpretação do desenho infantil



Não se descuide. As inscrições são até dia 7.

Dia do Professor e Anorexia intelectual (Cury)

Poderia colocar uma frase mais animadora e interessante, mas isto preocupa-me e decidi-me por esta frase de Cury

"Não podemos esquecer que os professores de todo o mundo estão a
adoecer colectivamente.
Os professores são cozinheiros do conhecimento, mas preparam o
alimento para uma plateia sem apetite.
Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando os seus filhos não se alimentam.
Como exigir saúde dos professores se os seus alunos têm anorexia intelectual?"

Augusto Cury